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acústico e "ao vivo"

A Show Que Nunca Rolou

Na impossibilidade de fazer o show de lançamento do álbum “A Banda Que Nunca Tocou”, criei esse poket show com versões acústicas e “ao vivo” no melhor estilo “one man band”, tocando, gravando e produzindo tudo.

O SHOW QUE NUNCA ROLOU

Essa hora você já deve estar se perguntando, como assim? Ao vivo em meio a pandemia? Tocando, cantando, gravando e produzindo tudo ao mesmo tempo? Quando foi isso? Na verdade, esse álbum é cercado de muitas questões e uma super vontade de acontecer.

Quando lancei o álbum “A Banda Que Nunca Tocou” em novembro de 2020, já sabia que não teria como fazer um lançamento ao vivo em meio a pandemia. Trancado em casa e com uma imensa vontade de tocar resolvi reproduzir em meu home studio as linhas musicais do álbum usando apenas quatro instrumentos. Com ukulele, violão, baixolão e piano recriei o álbum com uma atmosfera acústica e arranjos completamente diferentes das versões originais.

Em poucos dias fui gravando as bases, criando os backings vocals e deixando fluir como em uma gravação ao vivo, criei também o ambiente de show com o público e tudo mais. Por fim, chamei minha esposa e cantei o show para ela fazendo as voz principal do álbum.

O show nunca rolou mas é de se duvidar disso. Há quem acredite que tudo aconteceu sim em algum lugar do passado sobre circunstancias sigilosas. O fato é que por fim o álbum aconteceu e é uma grata surpresa que apresento à vocês como forma de completar o ciclo de lançamento do meu primeiro álbum solo.

Convido você a participar dessa viagem sendo mais um espectador desse show (será que vc tava lá?). É altamente recomendado para mentes, corações e noites de lua cheia.

 

Indo um pouco mais a fundo, vou contar para vocês como fiz esse álbum ser possível. Tenho em casa um micro home studio que não é muito mais do que o quarto onde guardo meus instrumentos e faço minhas músicas. Dois canais é o máximo que consigo fazer simultaneamente.

 

Selecionei quatro dos meus instrumentos. Um violão Takamine que me acompanha desde 96, um baixolão Crafter de 4 cordas que eu não usava desde o tempo do Fábrica Brasil, um Ukulele soprano Kala comprado diretamente no Hawaii (mas produzido na China) e um teclado Casio onde usei apenas o som de piano. Junto a isso um único microfone Behringer.

Fiz uma base violão e voz com todas as músicas em sequência em um mesmo projeto do protools. Como um ao vivo mesmo. Sobre esse track fui gravando o baixo, o ukulele e o piano. Sempre do começo ao fim sem interrupções. Depois regravei o violão substituindo a base guia e comecei a fazer a vozes. Minha maior diversão nesse projeto foi criar os backings vocals fazendo terças, quintas e algumas oitavas que deram um brilho especial as canções.

Na pós-produção me ative principalmente a elevar a ambiência de um show ao vivo com os reverbs e efeitos necessários.

Assim como no primeiro álbum também fui criador da capa e de todos os outros aspectos que envolvem a produção do projeto.

Cadu Pereira

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O Show Que Nunca Rolou
Cadu Pereira
independente - 2021
Distribuido por CDBABY

sobre a gravação

Sou compositor e trabalho com música há mais de 20 anos. Tenho músicas lançadas por outros artistas e agora fiz um álbum com as minhas composições.

 

A BANDA QUE NUNCA TOCOU

Pedi ao meu amigo e produtor, Alexandre Fontanetti que montasse um time de músicos de acordo com as minhas referências musicais e ele acertou em cheio.

 

As guitarras ficaram por conta dele mesmo que é um exímio guitarrista. No lendário álbum “Bossa n’ Roll” da Rita Lee são só os dois no palco. São incontáveis as produções de grandes nomes da música brasileira com quem ele já trabalhou. No estúdio Space Blues onde gravei minhas músicas, simultaneamente foram gravados os últimos álbuns lançados por Nando Reis e Zeca Baleiro.

 

Para o baixo, Regis Damasceno, um baixista não linear que pensa fora da caixa. Já gravou com Arnaldo Antunes e Otto que são grandes influências para mim e toca com Marcelo Jeneci e Karina Burh que com frequência ouço nos meus fones de ouvido. Tanto em sua banda Cidadão Instigado como em seu trabalho solo Mr. Spaceman é possível sacar a sua aprimorada consciência sonora.

 

No comando das baquetas, Kabé Pinheiro. Baterista, percussionista e mestre em sapateado, ele é capaz de misturar tudo isso com leveza e precisão. Explorador de ritmos, Kabé é música e dança ao mesmo tempo. Já́ tocou com Jair Rodrigues, Gilberto Gil, Maria Rita diversos outros artistas bacanas. 

Para as teclas, Zé Ruivo, um pianista que executa o piano e os multi timbres de teclados com um bom gosto extremo.   Zé e eu crescemos gravando no mesmo estúdio em São Paulo mas nunca tínhamos tido a chance de gravar juntos. Sua participação no disco deu a liga que precisava para definir o estilo do som.

Para as teclas, Zé Ruivo, um pianista que executa o piano e os multi timbres de teclados com um bom gosto extremo.   Zé e eu crescemos gravando no mesmo estúdio em São Paulo mas nunca tínhamos tido a chance de gravar juntos. Sua participação no disco deu a liga que precisava para definir o estilo do som.

 

Quanto a mim, Cadu Pereira, além de criar as canções, toquei violão, guitarra, ukulele e cantei todas as vozes do álbum.

 

Compositor que sou, costumo dizer que meu principal instrumento é a caneta. Entrei no mundo da música através das letras que escrevia e até hoje a minha grande satisfação é musicar as sensações e situações que o mundo me apresenta. Para mim, o mais bacana de fazer uma canção é ver a minha história se identificando com a história do outro. É perceber que a partir de uma experiência única pode se revelar um sentimento universal.

 

Além das músicas, todo o trabalho artístico e de capa, fotos, vídeos, site e demais aspectos que envolvem a produção são produzidos por mim também.

 

Aviso que A BANDA QUE NUNCA TOCOU é só o começo de uma série de músicas que estão na minha gaveta e pretendo gravar e lançar. Tenho certeza que esse é o primeiro de outros que o seguirão daqui em diante. A única pergunta que ainda me faço é... Será que a banda vai tocar? Ouça o álbum e me diga.

 

Cadu Pereira

sobre o álbum

A Banda Que Nunca Tocou

Capa Cadu Pereira - A Banda Que Nunca To
A Banda Que Nunca Tocou
Cadu Pereira
independente - 2020
Distribuido por CDBABY

mais sobre mim

Comecei a fazer música com 14 anos e gravei meu primeiro álbum em 1998 ainda na época do colégio em Cuiabá. Nasci em Santa Catarina mas fui pra o Mato Grosso ainda menino. Aos 20 anos cheguei em São Paulo e montei a minha banda do coração, o Fábrica Brasil, que no começo dos anos 2000 tocava com frequência em todas aquelas casas da Vila Madalena e em muitas cidades pelo sudeste do Brasil. Na ocasião chegamos até a participar de uma trilha de novela no SBT.

Em 2006 aconteceram os últimos shows do Fábrica e de lá pra cá, nos últimos 15 anos, me dediquei aos estudos na área de comunicação e à produção de diversos projetos audiovisuais. Me formei em rádio e tv, fiz produção de programas musicais na televisão, dirigi projetos de gravação de shows e videoclips.

 

Em parceria com o estúdio Space Blues, em 2014, assumi as salas de gravação do antigo estúdio Bebop em São Paulo. Nesse período tive oportunidade de participar e acompanhar grandes produções. Ivan Lins, Nando Reis, Zeca Baleiro e muitos outros artistas passaram por lá.

 

Tenho músicas que já foram lançadas por outros artistas e agora fiz um álbum com as minhas composições cantadas e executadas por mim mesmo. A Banda Que Nunca Tocou. Dei esse nome ao projeto porque essa banda realmente nunca tocou. Junto com meu produtor Alexandre Fontanetti, montamos um time de excelentes músicos que deram ao projeto a força necessária.

 

Garanto a você que este álbum é só o “vol. 1” dessa nova fase da minha vida e que já estou com o repertório pronto para o próximo. Que venham muitos! E que essa banda saia logo para tocar por aí!

 

O lançamento aconteceu dia 1/11/2020, dia de lua cheia, em homenagem

à primeira música do álbum, “Lua Amarela”. Outras músicas de destaque são “Pra Tentar Esquecer” hit da época do Fábrica Brasil e “Agora” que já foi gravada pelas bandas Folk Na Kombi e OperaMono e executada em diversas rádios do país.

 

Segue abaixo alguns links onde você pode encontrar mais sobre o meu projeto. No Instagram tenho feito um encarte virtual do álbum que vale a pena conferir.

Desejo que você viva grandes momentos ouvindo meu som,

Cadu Pereira

Instagram:

@cadupereira